Depois de algumas semanas de descanço no Brasil, Fernanda Beling já se apresentou ao Vagos, clube português que volta a defender nessa temporada.
A ala já fez seu primeiro treino, no último dia 12.
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Mais uma etapa na sua vida e, como fã, desejo ainda mais sucesso. torcemos por você, esteja onde estiver!
Fernanda Beling de volta a Portugal
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
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Na despedida de Pequim, Brasil vence da Bielorússia
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
[gente, deculpa a demora pra postar notícias sobre Pequim, problemas com a internet. seguem abaixo um 'pacotão' com as principais notícias. obg :*]
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O Brasil terminou em sexto lugar no grupo "A", com seis pontos (uma vitória e quatro derrotas), e em décimo na classificação geral.
— A vitória foi importante para mostrar que tínhamos condições de estar entre as oito primeiras colocadas e depois brigar por uma medalha. Cada uma de nós deu o máximo de si, mas infelizmente faltou um pouco mais de experiência nos momentos decisivos. Com certeza, esse grupo vai amadurecer e muito breve irá jogar de igual para igual contra as outras seleções. Daqui a quatro anos, em Londres, vamos estar muito mais forte — disse a pivô Franciele, de 20 anos, que marcou um Duplo-Duplo (dez pontos e dez rebotes) e fez sua estréia numa Olimpíada.
BRASIL (20 + 19 + 10 + 19 = 68)
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Mais uma 'quase' vitória do Brasil em Pequim
Fonte: UOL
Declarações:
Postado por Hay Ramos às 18:09 0 comentários
domingo, 31 de agosto de 2008
A derrota na estréia para a Coréia do Sul por 68 a 62 (26 a 28) na prorrogação tornou a situação do Brasil mais difícil no grupo A da competição feminina de basquete dos Jogos Olímpicos Pequim 2008. Após a partida no Ginásio Olímpico de Basquete da capital da China, o Cubo de Ouro, o técnico Paulo Bassul e as jogadores falaram sobre o que será preciso fazer para buscar a classificação em um grupo que ainda tem Austrália, Bielorrússia, Rússia e Letônia e classifica quatro times para as quartas-de-final."O time construiu o resultado o jogo todo e não soube fechar. Agora, é bola pra frente, tem que ver onde errou, não adianta lamentar. Já era difícil com certeza, a gente acabou dificultando ainda mais. Agora, é tentar acertar e surpreender, assim como fomos surpreendidas", analisou a armadora Karla.Bassul acredita que os times que brigarão pelas vagas estão muito próximos: "A Rússia é uma equipe extremamente compacta, mas perdeu recentamente para a Letônia por dez pontos. A Letônia perdeu para a Espanha, que perdeu para o Brasil em Madri. Tem um equilíbrio ali, só a Rússia é um pouco acima da média. E, quando é assim, é o dia que resolve".A pivô Kelly lembrou a campanha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000, para tirar forças para reagir: "O time perdeu para Canadá e França e acabou com o bronze. Basquete é superação mesmo. Infelizmente, o time errou bastante e basquete é jogo de quem erra menos. Agora, cabe à gente colocar a derrota no caminho inverso".O discurso da armadora Adrianinha foi parecido, mencionando a crença na classificação e os erros que o Brasil não pode repetir na próxima partida, contra as Australiana, na segunda-feira, 11: "Não está nada perdido, tem que acreditar e jogar tudo o que tem contra a Austrália, mas erros não forçados contra time grande eles não perdoam mesmo".Ela completou lembrando que a Espanha, quinta do ranking mundial, também perdeu na estréia, para a China. "Conhecendo a capacidade do time, acho que a gente podia ter um aproveitamento bem melhor. Mas isso faz parte. O time tinha que ter mais tranqüilidade no final porque errou bolas fáceis embaixo da cesta. O time delas errou bastante também e, nem assim, a gente conseguiu ganhar".Quando faltavam três minutos para o fim do jogo, o Brasil abriu seis pontos de vantagem no placar. Para Bassul, "ali era a hora de ganhar o jogo". "O time manteve a defesa firme o tempo todo, como era o meu planejamento. Fiquei feliz com a defesa. Nesse momento, foi a hora em que jogo encaixou melhor, o ataque jogou mais solto. Mas o time trocou a cesta pelo cronômetro muito cedo. Isso é coisa para fazer só quando está faltando um minuto, fica trocando a bola e administrar o jogo. O Brasil feriu a Coréia mais não matou"Na prorrogação, o número de jogadoras penduradas com quatro faltas (três) prejudicou o Brasil. "As jogadoras não sabiam se iam na bola e corriam o risco de ser excluídas ou não. Mas o time teve ao todo vinte nove erros em tentativas de cesta e não há defesa que segure isso", completou o técnico.
BRASIL (14 + 14 + 15 + 12 + 07 = 62)Claudinha (5pts), Karla (3), Micaela (10), Êga (3) e Mamá (6). Depois: Adrianinha (10), Franciele (2 e 12 rebotes), Chuca (10), Kelly (13) e Karen (0). Técnico: Paulo Bassul.CORÉIA (13 + 13 + 15 + 14 + 13 = 68)Lee Mi Sun (4pts), Jin Mijung (0), Jung Sun Min (10), Beon Yeon Ha (19) e Kim Kwe Ryong (4). Depois: Kim Jung Eun (12), Park Jung Eun (0), Choi Youn-Ah (19), Sin Jung-Já (0), Yang Ji Hee (0) e Kim Yeong-Ok (0). Técnico: Jung Duk Hwa.
Brasil perde para Austrália
O Brasil teve outra noite para esquecer no basquete feminino. Depois de levar uma virada da Coréia do Sul na estréia, nesta segunda-feira a seleção comandada por Paulo Bassul foi derrotada pela Austrália por 80 a 65 pela segunda rodada dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Além do resultado negativo, causou preocupação o apagão sofrido pela equipe brasileira no final do primeiro tempo. Em três minutos, a seleção permitiu que a Austrália abrisse uma larga vantagem, que não foi mais alcançada.
"A gente nem sabe o que acontece de tão rápido que é. A gente fica até com vergonha", disse a ala Micaela.
Atual campeã mundial, a Austrália era favorita à vitória. E conseguiu o feito de maneira surpreendentemente fácil. Em nenhum momento o Brasil liderou o placar da bela Arena de Wukesong.
O Brasil começou a partida com Kelly, Micaela, Êga, Claudinha e Patrícia. Uma cesta de três de Suzy Batkovic logo aos 19 segundos de jogo foi o cartão de visitas da seleção australiana.
Enquanto as adversárias marcavam com facilidade, principalmente com Lauren Jackson, o Brasil sofria para fazer cestas. Assim, as australianas abriram oito pontos de diferença (12-4).
O Brasil, que contou com um bom desempenho de Kelly, encostou no marcador, diminuindo a vantagem para apenas um ponto (14-13). A partir daí, a seleção viveu três minutos tenebrosos.
Sem poder de marcação, o Brasil viu a Austrália fazer 15 a 1 no período. A derrota de 29 a 14 no primeiro quarto desestabilizou a seleção brasileira, que não conseguiu reagir.
Apesar das mudanças realizadas pelo técnico Paulo Bassul, a Austrália abriu 23 pontos de diferença (45-22) e fechou o primeiro tempo com o placar de 50 a 29.
A torcida brasileira, que de tempos em tempos gritava "Vamos virar, vamos virar", quase não acreditou quando o time reagiu no terceiro quarto. Aproveitando a ausência de Lauren Jackson, poupada após ter cometido a quarta falta, o Brasil diminuiu a vantagem para oito pontos (57-49). E a diferença só não foi menor porque Micaela desperdiçou uma bandeja inacreditável.
Lauren Jackson voltou no último quarto, e a Austrália seguiu com uma vantagem confortável. O Brasil ainda lutou até os segundos finais, mas não evitou a sua segunda derrota no torneio olímpico.
A pivô brasileira Kelly foi a cestinha da partida, com 21 pontos. Pela Austrália, a maior pontuadora foi a reserva Summerton, que fez 18 pontos.
O Brasil volta a jogar na próxima quarta-feira, às 3h30 (de Brasília), contra a Letônia. Já a Austrália vai encarar a Coréia do Sul.
Brasil sofre sua terceira derrota em Pequim
A seleção brasileira feminina de basquete mais uma vez teve o jogo nas mãos. E mais uma vez deixou a quadra derrotada. Nesta quarta-feira, contra a Letônia, a equipe perdeu por 79 a 78 e ficou em situação delicada nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Esta foi a terceira derrota brasileira no torneio. Para se classificar às quartas-de-final, a equipe precisa vencer as próximas partidas, contra Rússia e Belarus, e ainda torcer por uma combinação de resultados.
O Brasil chegou a ficar 12 pontos na frente do placar, mas teve um novo apagão em quadra. O time abusou dos erros. Por duas vezes, por exemplo, perdeu a jogada porque estourou o tempo de posse de bola.
A Letônia, mesmo sem apresentar um bom basquetebol, soube aproveitar o vacilo brasileiro para conseguir a sua primeira vitória na competição.
"Fizemos um bom primeiro quarto. A equipe jogou com desenvoltura. Depois a Letônia se organizou e nós demoramos para nos habituar. Voltamos para o jogo, mas a Letônia cresceu muito no ataque", disse o técnico Paulo Bassul.
O Brasil começou a partida jogando com seriedade. O bom desempenho da ala/pivô Êga nos arremessos fez com que a seleção abrisse 18 a 7 no primeiro quarto. A parcial terminou com uma vantagem de nove pontos para a seleção brasileira, com o placar de 23 a 14.
No segundo quarto, o Brasil voltou a ter o mesmo 'apagão' que apresentou na partida contra a Austrália. Em menos de três minutos a Letônia fez 11 pontos seguidos e passou à frente do placar, com 27 a 26.
O Brasil então acordou. Com uma cesta de Patrícia foi para o intervalo com cinco pontos de vantagem, com 36 a 31 a favor no marcador.
No segundo tempo, o jogo foi bem mais equilibrado, com os dois times errando muito. Mesmo assim, o Brasil ainda foi para o último quarto com a vantagem de 59 a 57.
As letãs começaram de uma maneira melhor a última parcial, assumindo enfim a liderança do marcador. Faltando pouco menos de três minutos para o término do confronto, Adrianinha, de bandeja, recolocou a seleção na frente (70 a 69). Mas uma cesta de três de Kublina logo na seqüência diminuiu a reação brasileira.
Uma cesta de Karen, faltando 7 segundos, deixou o Brasil com 78 a 77. O técnico letã pediu tempo. Na reposição, Jekabsone, na infiltração, marcou a cesta decisiva da partida a favor da Letônia. Bassul ainda pediu tempo, mas nos dois segundos restantes o arremesso de Adrianinha não caiu e a seleção brasileira não conseguiu reverter a derrota.
"É muito difícil depender de um arremesso no último segundo para matar o jogo", lamentou Adrianinha.
Fonte: UOL
Postado por Hay Ramos às 20:33 0 comentários
Três jogadoras cortadas e Fernanda permanece
domingo, 20 de julho de 2008
O técnico Paulo Bassul só irá definir as doze jogadoras que vão disputar os Jogos Olímpicos de Pequim na véspera da competição. Nesta sexta-feira, Bassul escolheu as onze atletas que embarcam para a Austrália, na próxima quinta-feira (dia 24): Adrianinha e Claudinha (armadoras); Karen e Karla (ala/armadoras); Chuca, Fernanda e Micaela (alas); Êga, Franciele e Mamá (ala/pivôs); e Graziane (pivô). As pivôs Érika e Kelly se juntam à equipe em Pequim.
— A Érika e a Kelly não ficaram com a equipe no período de treinos no Brasil por conta da WNBA. As duas só vão estar liberadas no dia 28. Por conta disso, não vamos precipitar a definição do grupo que vai a Pequim e viajaremos para a Austrália com onze jogadoras. O último corte só será feito na véspera da estréia contra a Coréia — explicou o técnico.
Na Austrália, a seleção brasileira adulta feminina de basquete, patrocinada pela Eletrobrás, disputa dois amistosos contra o time da casa em Wollongong (dia 28) e em Sydney (30).
— As australianas são as atuais campeãs mundiais e vão estar com a equipe completa para nos enfrentar. Será um excelente teste para nós. Contra elas, não vamos contar com a Érika, a Kelly e a Micaela. Mesmo parecendo um problema, a situação tem um lado positivo. Vamos poder avaliar o desempenho da equipe, sabendo que vamos ter reforço para Pequim.
A pivô Franciele, a caçula da equipe, não esconde a felicidade de estar cada vez mais perto de realizar o sonho.— Eu sei que ainda vai ter mais um corte, mas fico muito feliz por permanecer no grupo. Vou treinar cada vez mais forte. Sei que tenho que melhorar em vários pontos, mas vou me dedicar ainda mais para ajudar a equipe. O coração está batendo acelerado por estar cada vez mais perto de Pequim.
Totalmente recuperada da cirurgia no joelho direito, a ala/armadora Karen tem a oportunidade de defender o Brasil numa Olimpíada pela primeira vez.
— Eu não podia estar mais feliz. Voltei mais rápido do que imaginava. Da outra vez que passei por uma cirurgia, fiquei parada por 45 dias. Desta vez, em um mês eu já estava treinando na quadra. Não tenho dor e a força da perna direita está igual a esquerda. Acho que me superei. A equipe tinha outras jogadoras de qualidade e vou aproveitar essa chance que o Bassul me deu.
No dia 31, a delegação viaja da Austrália para Pequim e faz mais dois jogos antes da estréia na Olimpíada. As brasileiras enfrentam a Espanha (dia 4 de agosto) e a Nova Zelândia (7). Na Olimpíada, o Brasil está no grupo “A” e terá como adversários na primeira fase a Coréia (dia 9), Austrália (11), Letônia (13), Rússia (15) e Bielorrússia (17). No grupo “B” estão China, Estados Unidos, Espanha, Máli, Nova Zelândia e República Tcheca.
— AS 13 CONVOCADAS
Érika de Souza – Pivô – 26 anos – 1,97m – Atlanta Dream (WNBA)
Jucimara Dantas (Mamá) – Ala/Pivô – 30 anos – 1,93m – Villeneuve (França)
Kelly Santos – Pivô – 28 anos – 1,92m – Seattle Storn (WNBA)
Graziane Coelho – Pivô – 24 anos –1,91m – Mizo Pécs (Hungria)
Soeli Zakrzeski (Êga) – Ala/Pivô – 30 anos –1,87m – Mann Filter Zaragoza (Espanha)
Franciele Nascimento – Ala/Pivô – 20 anos – 1,87m – Rivas Futuras (Espanha)
Fernanda Beling – Ala – 25 anos – 1,83m – Americana (SP)
Patrícia Ferreira (Chuca) – Ala – 29 anos –1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Micaela Jacintho – Ala – 29 anos – 1,80m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Karen Gustavo – Ala/Armadora – 24 anos – 1,77m – Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos (SP)
Karla Costa – Ala/Armadora – 29 anos – 1,73m – Açúcar Cometa/Unimed/Catanduva (SP)
Adriana Moisés (Adrianinha) – Armadora – 29 anos – 1,70m – Gospic (Croácia)
Cláudia das Neves (Claudinha) – Armadora – 33 anos – 1,70m – Clermont Ferrand (França)
Fonte: pbf.blogspot.com
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Fernanda Beling aproveita a vaga aberta por Iziane e curte os treinos da seleção
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Se o corte de Iziane no Pré-Olímpico de Madri é página virada na seleção feminina, a crise deixou ao menos um efeito positivo: o espaço aberto para mais uma jogadora tentar a sorte na equipe adulta. A premiada para preencher a lacuna na ala foi Fernanda Beling, de Americana, convocada pelo técnico Paulo Bassul.
Nos treinos de segunda-feira, na Arena Olímpica, a mineira de 25 anos mal conseguia esconder o sorriso.
- Eu não estava esperando a convocação. Foi uma surpresa muito bem-vinda. Sei que o grupo precisa trabalhar muito e vou fazer o meu máximo - promete Fernanda, que chegou a ser convocada para o grupo inicial do Pré-Olímpico das Américas em 2007, mas acabou cortada.
No hotel na Barra da Tijuca, a novata divide o quarto com a experiente Claudinha, que já sentiu o gosto de disputar uma Olimpíada. O clima, segundo Fernanda, é de tranqüilidade total.
- O grupo está muito fechado. Eu já conhecia a Claudinha e, na verdade, todas essas jogadoras se conhecem bem, estão juntas há muito tempo. Tem sido maravilhoso - festeja a jogadora
Fonte: pbf.blogspot.com
Postado por Hay Ramos às 19:08 1 comentários
Seleção brasileira inicia treinos olímpicos
Uma das novidades da equipe dirigida pelo técnico Paulo Bassul é a ala Fernanda Beling, de 26 anos, que joga em Americana (SP). Fernanda foi vice-campeã do Mundial Sub-21 da Croácia (2003) e sétima colocada no Campeonato Mundial Juvenil da República Tcheca (2001).
— Foi uma surpresa. Achei que o Bassul não ia mexer no grupo, tanto que as mudanças na convocação foram mínimas, e não estava esperando ser chamada para integrar o elenco. Agora é treinar forte para tentar ganhar uma vaga na seleção que vai a Pequim. Tenho a oportunidade na mão e vou trabalhar muito para que isso aconteça. Estou bem familiarizada com as meninas que estão aqui. Já joguei e treinei com algumas na seleção e enfrentei outras nos campeonatos que disputamos pelos clubes. Conheço bem o estilo do Bassul e já trabalhamos juntos nas categorias de base. Estou em casa — comentou Fernanda.
Depois de operar o joelho direito, no dia 7 de junho, a ala/armadora Karen Gustavo continua fazendo fisioterapia e iniciou um trabalho de reabilitação.
— A Karen passou por uma artroscopia do joelho direito. A atleta não sente dores, está se recuperando bem e já iniciou o trote progressivo. Acreditamos que em uma semana, a jogadora deve estar retornando às quadras — disse o médico da seleção feminina, Dr. Carlos Eduardo Marques.
Postado por Hay Ramos às 19:05 0 comentários

